Timbó

Fazendo o Handebol acontecer

12 Maio 2017 11:00:22

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No final do ano de 2015, atletas femininas de Handebol do município de Timbó procuraram a Fundação Municipal de Esportes para conversarem a respeito da criação de um time para a modalidade, assim como há para os demais esportes, como o T-Rex, de futebol americano. Surge aí, então, o time feminino T-Rex Handball, com a proposta da FME de que o time focasse em competições locais e incentivasse a volta das olimpíadas entre empresas. “Queremos fazer com que o Handebol reviva em Timbó”, comenta a atleta do time cecília Heidrich Duarte, relembrando os tempos áureos do esporte no município.

Inicialmente, o time treinava em dois dias da semana, porém, houve a nítida necessidade de ampliar os horários. “Muitos times treinam todos os dias da semana. Nós precisávamos de, no mínimo, mais um dia”, explica Cecília, motivo pelo qual os treinos, neste ano, passaram a acontecer ás terças (20h ás 22h), quintas e domingos (18h ás 20h), no Complexo Esportivo de Timbó. “A diferença já é perceptível”, comenta Cecília a respeito dos treinos mais intensos. No momento, porém, as atletas estão focadas no Campeonato Liga Leste Norte de Handebol, que terá sua primeira etapa acontecendo em São Bento do Sul, nos dias 20 (Cadetes – jovens atletas) e 27 (adulto) deste mês. Por este motivo, novas atletas interessadas devem esperar o fim da maratona intensa de treinamento para o torneio, mas são muito aguardadas. “Precisamos estruturar bem o time para formar grandes atletas, e possibilitar a permanência deles na cidade”, comenta a integrante Suzana Heidrich Duarte, citando exemplos como o T-Rex de futebol americano, que hoje traz jogadores de fora para o time, ao contrário dos demais que costumam “exportar” atletas.

A Liga Leste Norte de Handebol, aliás, poderá acontecer em Timbó em alguma futura edição, pois é o município quem se oferece a sediar o campeonato, explicam Cecília e Suzana. Isto seria benéfico por diversos motivos, incluindo os benefícios financeiros que o time poderia obter, com a comercialização de produtos durante os jogos, por exemplo. Benefícios estes que se tornam necessários para a manutenção de qualquer time esportivo, especialmente os que demandam intensa preparação e condicionamento físico dos atletas para acontecer. Apesar da parceria com a FME, há objetos e produtos específicos do esporte que nem sequer podem entrar em licitação, o que impossibilita sua aquisição pela fundação. “No Handebol, todos precisam fazer tudo, defender, atacar. O atleta precisa ter muita força e resistência física”, explica Cecília. No complexo esportivo, os treinos são monitorados pelo treinador Marlon Rahn, que esteve recentemente em Itajaí fazendo curso sobre o esporte.

Atualmente contando com cerca de 20 atletas, Suzana e Cecília frisam que o time estará de portas abertas para possíveis interessadas a partir do dia 1º de junho, logo após a competição de São Bento do Sul. Basta ir a um dos treinos no complexo esportivo e conversar com uma das integrantes.


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