Você sabia que a fisioterapia pode reduzir o impacto das doenças crônicas?
As doenças crônicas não transmissíveis, como pressão arterial e a diabetes mellitus, são responsáveis pela maioria das mortes no Brasil
As doenças crônicas não transmissíveis, como pressão arterial e a diabetes mellitus, são responsáveis pela maioria das mortes no Brasil
Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2020, as DCNTs (doenças
crônicas não transmissíveis) que mais matam os brasileiros são as doenças
do aparelho circulatório (31,3%), câncer (16,3%), diabetes (5,2%) e doença
respiratória crônica (5,8%). Outros exemplos de doenças crônicas são:
hipertensão, asma, osteoporose, doença de Alzheimer, entre outras.
As
doenças crônicas não têm uma única causa. Em geral, têm progressão lenta e são
causadas por múltiplos fatores, aliados a maus hábitos de vida,
como obesidade, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo e estresse.
Fatores genéticos e hereditários também influenciam no surgimento desse tipo de doença, mas podem ser amenizados por meio de um estilo de vida equilibrado, com bons hábitos. Apesar de muito sérias, as doenças crônicas não são necessariamente um impeditivo para uma vida plena.
Para isso, o paciente precisa seguir o tratamento de forma completa
e contínua, além de manter uma alimentação equilibrada e uma
rotina frequente de atividades físicas.
A fisioterapia entra como grande aliada no tratamento e prevenção desse tipo de doença, ajudando a diminuir os fatores de risco e a reduzir o impacto físico e psicossocial das limitações do paciente.
O objetivo é restaurar e aumentar a capacidade funcional. Para quem tem hipertensão, que é o aumento anormal, e por longo período da pressão, que o sangue faz ao circular pelas artérias do corpo. Não à toa, a doença também é chamada de pressão alta.
Quando a pressão fica descontrolada, o coração é o órgão mais afetado. Como a circulação está prejudicada pelo aperto nas artérias coronárias, ele não recebe sangue e oxigenação suficientes – um quadro que leva ao sofrimento do músculo cardíaco, podendo ocasionar o infarto. A hipertensão é uma doença silenciosa.
Alguns dos sintomas:
• Dor de cabeça
• Falta de ar
• Visão borrada
• Zumbido no ouvido
• Tontura
• Dores no peito
Por isso o acompanhamento com a fisioterapia tendo o incentivo e o autocuidado, o monitoramento frequente da pressão e a realização de atividades físicas orientadas que promovem o controle da pressão arterial, como treino de força associado a exercícios respiratórios, treinos de equilíbrios e coordenação e pilates.
Nos casos de diabetes, que é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.
A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo. O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos.
Em casos mais graves,
o diabetes pode levar à morte. De acordo com a Sociedade Brasileira de
Diabetes, existem atualmente, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas
vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional.
Existem à diabetes tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Pessoas com parentes próximos que têm ou tiveram a doença devem fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue.
E a diabetes tipo 2 ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. A causa do diabetes tipo 2 está diretamente relacionado ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e hábitos alimentares inadequados.
Sintomas do diabetes tipo 1:
• Fome frequente;
• Sede constante;
• Vontade de urinar diversas vezes ao dia;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Mudanças de humor;
• Náusea e vômito.
Sintomas do diabetes tipo 2:
• Fome frequente;
• Sede constante;
• Formigamento nos pés e mãos;
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de
pele;
• Feridas que demoram para cicatrizar;
• Visão embaçada.
E a fisioterapia pode auxiliar no controle de alterações de sensibilidade, especialmente nas pernas e nos pés, região crítica para essa doença crônica. Exercícios respiratórios, coordenação motora, de reequilíbrio muscular e periférico e na melhora da musculatura pélvica no auxilio no déficit no trato urinário. O pilates e o treinamento funcional também podem auxiliar.
Estudos apontam que comer bem e manter o corpo ativo são parte essencial do tratamento. Mesmo que não haja cura, as atividades auxiliam no alívio dos sintomas e no prolongamento da expectativa de vida do paciente, que passa a viver com mais saúde e qualidade de vida.
Dra.
Angélica Anacleto (Crefito 10- 295200-F)
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Dra. Bárbara Maurício Nascimento
Responsável técnica CREFITO 10 74799F
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