Brasil ajudará países vizinhos após concluir vacinação, diz Guedes
Para ministro, país crescerá mais que economias avançadas em 2021
Para ministro, país crescerá mais que economias avançadas em 2021
Dentro de dois meses, o Brasil começará a ajudar países
vizinhos a reforçar a imunização após concluir a vacinação da população adulta
contra a covid-19, disse hoje (13) o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Segundo Guedes, a medida é necessária para reduzir a desigualdade na
recuperação econômica no pós-pandemia.
“Temos preocupação com a recuperação desigual entre os
países. Em dois meses, teremos nossa população toda vacinada e vamos começar a
vacinar nossos vizinhos”, afirmou o ministro em evento da organização Atlantic
Council, em Washington.
O ministro destacou que o Brasil já vacinou 93% da população
adulta com a primeira dose e 60% com as duas doses ou dose única. De acordo com
o ministro, o ritmo da imunização está garantindo “uma volta segura ao
trabalho” no país.
Guedes disse que a importância da vacinação em massa foi um
dos principais temas discutidos nas reuniões do Fundo Monetário Internacional
(FMI) e do Banco Mundial. Os encontros ocorrem nesta semana na capital
norte-americana, com a presença de ministros de Finanças e presidentes de
bancos centrais de diversos países.
Recuperação
O ministro disse que o desempenho da economia brasileira
está surpreendendo, com o país recuperando-se em ritmo melhor que as economias
avançadas em 2021. “Caímos menos e estamos crescendo mais rápido do que as
economias avançadas. Vamos crescer 5,3% neste ano”, declarou.
Para Guedes, a ação do governo contribuiu para reduzir a
queda da economia em 2020, com a criação do auxílio emergencial e do programa
que preservou empregos em troca da redução de jornada ou da suspensão de
contratos. “O programa de manutenção de empregos preservou 11 milhões de
empregos. Além disso, 3 milhões de postos formais de trabalho foram criados
desde a metade do ano passado.”
O ministro destacou que as mudanças climáticas estavam entre
os principais tópicos das reuniões do FMI e do Banco Mundial. Segundo ele, todo
o planeta está preocupado com a questão, que provoca catástrofes em alguns
países e tem impacto sobre o preço da energia em outros lugares.
“Está chovendo muito pouco no Brasil, e preços da energia
estão aumentando. Já na China, chove demais e o preço do carvão sobe”, concluiu
o ministro.
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