PEC da Transição será votada na terça-feira, diz presidente da Câmara
Medida tem enfrentado resistências de deputados
Medida tem enfrentado resistências de deputados
O presidente da
Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (15) que a PEC
da Transição será votada na terça-feira (20). A medida foi aprovada no Senado,
mas tem enfrentado resistências de deputados, que ainda querem negociar trechos
da proposta. O texto permitirá que o governo eleito tenha um espaço fiscal no
teto de gastos de cerca de R$ 145 bilhões no Orçamento de 2023 e mais R$ 23
bilhões de investimentos fora do teto.
Em um curto
pronunciamento no plenário da Casa, Arthur Lira disse que pediu ao presidente
do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para convocar sessão para esta
sexta-feira (16) votação de assuntos orçamentários e que no dia 19 haverá
diplomação dos deputados federais eleitos, o que diminuirá o quórum na Câmara
dos Deputados.
"Nós fizemos
um apelo ao presidente Rodrigo Pacheco para que ele faça o favor de convocar o
Congresso para amanhã, haja vista que segunda-feira será um dia de muitas
diplomações de deputados e senadores Brasil afora e nós vamos utilizar o
plenário da Câmara dos Deputados na terça o dia todo com a pauta da PEC da
Transição a partir das 9 h, de manhã e à tarde, na terça-feira".
Lira negou que a
votação da proposta esteja atrasada por barganhas para cargos no futuro
governo.
"Nós estamos
terminando, ultimando as conversações, diferentemente do que tem sido
noticiado, sem nenhum tipo de barganha, o que esta presidência nunca fez, mas
acomodando votos para que se tenha o quórum necessário para enfrentarmos as
votações principais e os destaques que possam vir do plenário desta Casa",
disse.
Tramitação
Por se tratar de
emenda à Constituição, a matéria precisa ser aprovada por 308 parlamentares, em
dois turnos de votação. Caso haja alteração ao texto já aprovado no Senado, a
matéria precisará retornar para análise dos senadores.
No entanto, a
preocupação do futuro governo é com o prazo dessa análise, já que o recesso
parlamentar começa no dia 23 de dezembro, desde que o Orçamento da União para
2023 seja aprovado. Na prática, caso isso não ocorra nesse prazo, os
parlamentares ficam em “recesso branco”, uma espécie de recesso informal.
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