Flávio Dino diz que Polícia Federal mostrou que não é aparelhada
Ministro descarta atuação policial por motivos políticos
Ministro descarta atuação policial por motivos políticos
Durante almoço com
advogados promovido nesta quarta-feira (22), em São Paulo, o ministro da
Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, fez elogios à atuação da Polícia
Federal, que deflagrou uma operação nesta manhã para desarticular uma
organização criminosa que pretendia realizar ataques contra servidores públicos
e autoridades.
“Hoje, nós
mostramos como atua a Polícia Federal, que não é aparelhada politicamente. Ao
contrário do que estão dizendo nesse momento na internet”, disse.
Entre os alvos dos
criminosos estavam o ex-juiz e senador Sérgio Moro e o promotor Lincoln Gakiya,
que investiga a atuação da organização criminosa Primeiro Comando da Capital
(PCC) há anos, informou Flávio Dino.
No evento promovido
pelo Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp), o ministro negou que
a Operação Sequaz tenha sido deflagrada por motivos políticos, já que na
terça-feira (22) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu uma entrevista
em que disse que, quando estava preso em Curitiba, queria se vingar do então
juiz Sérgio Moro, que comandava a Operação Lava Jato e o condenou à prisão.
“Estão dizendo que
a operação tem a ver com a política. Mas não, é o contrário. Nós hoje mostramos
qual a orientação do presidente Lula e dos ministérios. Fazer o bem sem olhar a
quem. A Polícia Federal atuou com muita eficiência, com a graça do Nosso Senhor
Jesus Cristo”, disse Flávio Dino.
Em entrevista
concedida no mesmo local do almoço, o ministro disse que a Polícia Federal
estava investigando a quadrilha há pelo menos 45 dias, desde que o presidente
do Senado, Rodrigo Pacheco, o avisou de que havia um plano de execução de Moro.
E foi a própria PF quem decidiu deflagrar a operação nesta quarta-feira.
Ainda segundo o
ministro, a Polícia Federal continua investigando as razões pelas quais os
criminosos tinham Sérgio Moro como alvo, mas as principais hipóteses são
extorsão mediante sequestro, chantagem ou até mesmo assassinato.
Bolsonaro
Na entrevista,
Flávio Dino também comentou sobre uma publicação do ex-presidente Jair
Bolsonaro, no Twitter, com insinuações de que as ações contra as autoridades
públicas poderiam ter sido orquestradas pela esquerda. “Em 2002, Celso Daniel
[ex-prefeito de Santo André, assassinado]; em 2018, Jair Bolsonaro [o episódio
da facada durante a campanha presidencial] e agora Sérgio Moro. Tudo não pode
ser só coincidência. O Poder absoluto a qualquer preço sempre foi o objetivo da
esquerda”, escreveu Bolsonaro.
Em resposta, Flávio Dino condenou as insinuações. “Há pessoas irresponsáveis que, para tentar escapar de suas próprias responsabilidades, tentam, infelizmente, levar o debate político brasileiro para o nível da lama. E nós não aceitamos isso”, disse. “Quero dizer que é repugnante a ação política dessa extrema-direita desvairada e aloprada querendo, neste momento, desqualificar o trabalho sério da Polícia Federal, trabalho esse que salvou a vida, graças a Deus, do senador Sérgio Moro”, acrescentou.
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