Cortes no orçamento da União atingiram em cheio a infraestrutura rodoviária de Santa Catarina e irritaram os deputados, que criticaram o governo federal na sessão de quarta-feira, dia 28, da Assembleia Legislativa.
"A Lei Orçamentária de 2021 teve corte de 50% nos recursos
destinados às obras de infraestrutura de Santa Catarina. Eram R$ 271 mi para as
obras, após os vetos o valor foi reduzido para R$ 136 mi. Três rodovias
perderam recursos: a BR-470 receberia R$ 112 mi, agora vai receber R$ 56 mi; a
BR-280 de R$ 105 mi passou para R$ 44 mi; e a BR-163 de R$ 32 mi baixou para R$
13 mi", relatou Fabiano da Luz (PT).
Silvio Dreveck (PP), Ivan Naatz (PL), Mauro de Nadal (MDB),
Kennedy Nunes (PSD) e Valdir Cobalchini (MDB) acompanharam as críticas de
Fabiano da Luz. "Se falta dinheiro, Santa Catarina é o primeiro estado que
sofre com cortes e contingenciamentos. Estamos convivendo talvez há duas
décadas nesse prejuízo de recursos federais. Esta Casa aprovou recursos
estaduais em obras federais, quando o governo renegociar a dívida que o estado
tem com a União que não abra mão de compensar esses valores que o estado está
colocando em obras federais", discursou Dreveck, que propôs resgatar os
recursos cortados.
"Eu disse um mês atrás que o governo cometeu o erro de dizer que tinha dinheiro aqui. Brasília nos trata como um estado rico e daí o governador vai a Brasília e oferece dinheiro, o que aconteceu? Corta de Santa Catarina", disparou Naatz.
"Chega a ser uma ironia, são rodovias que
há anos os catarinenses estão aguardando melhorias e a competência disso é do
governo federal. O governo de Santa Catarina ofereceu ao governo federal a
oportunidade de realizar as obras com mais rapidez. Foram R$ 400 mi e o governo
como resposta ao sexto arrecadador de impostos retira R$ 113 mi do seu
orçamento. Vai fazer obra em Santa Catarina com recursos de Santa Catarina, é
uma pouca vergonha o que acontece", avaliou Mauro de Nadal, presidente da
Casa.
"E nossas rodovias estaduais estão todas esburacadas", lembrou Kennedy. "Cortes não apenas na infraestrutura, na saúde R$ 4,1 mi foram cortados; investimentos para UFSC, mais R$ 3 mi; pasmem, cortaram R$ 3,7 mi para equipamentos agrícolas. É um tratamento desrespeitoso que vem de décadas, não quero pessoalizar, quero institucionalizar, não é de agora, nós contribuímos com muito do suor dos catarinenses e recebemos pouco, migalhas, ninharias. Temos de falar alto para que sejamos ouvidos", defendeu Cobalchini.
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