Os deputados estaduais aprovaram por unanimidade na sessão
desta quarta-feira (5) a proposta que reconhece as atividades dos setores de
feiras e eventos como essenciais em Santa Catarina mesmo em períodos de
pandemia, epidemia, calamidade e emergência. A medida consta no Projeto de Lei
(PL) 316/2020, de autoria do deputado Jessé Lopes (PSL).
“É hora de começarmos a olhar para esse setor que foi um dos
mais prejudicados durante a pandemia. Estão sendo liberados casamentos,
aniversários. Qual a diferença para as feiras e eventos?”, afirmou o autor.
Segundo ele, mais de 400 empregos diretos e indiretos já foram fechados em
função da pandemia.
O PL determina que a Secretaria de Estado da Saúde
estabeleça as medidas sanitárias necessárias, com ocupação mínima de 50% dos
espaços onde os eventos serão realizados.
A proposta recebeu o apoio dos deputados Mauricio Eskudlark
(PL) e Bruno Souza (Novo). “O grande problema são os eventos clandestinos. Os
que são autorizados não causam nenhum tipo de risco porque são observadas as
orientações legais”, afirmou Eskudlark.
Oxigênio medicinal
Também por unanimidade, foi aprovado o PL 106/2021, do deputado Milton Hobus
(PSD), que isenta o ICMS incidente nas operações internas e de importação do
exterior, bem como as correspondentes prestações de serviços de transporte
realizadas com oxigênio medicinal. O objetivo principal é agilizar o acesso ao
produto, que ficou escasso no estado do Amazonas, em função da alta demanda
provocada pelo aumento nos casos de Covid-19.
Tanto o PL 316/2020 quanto o PL 106/2021 passarão pela
votação da Redação Final na sessão desta quinta-feira (6) antes de seguirem
para análise do Poder Executivo.
Vetos
Quatro vetos do Poder Executivo a projetos aprovados pelos deputados foram
apreciados na sessão desta quarta. Dois deles foram rejeitados e serão
transformados em lei.
O primeiro trata do PL 487/2019, do deputado Nilso Berlanda
(PL), que institui o selo 'Empresa ECOnsciente'". O objetivo, conforme o
autor, é reconhecer as empresas que incentivam a reciclagem de lixo.
O segundo veto derrubado se refere ao PL 325/2019, de Jessé
Lopes, que dispõe sobre o uso de equipamentos de proteção individual e
instrumentos de menor potencial ofensivo por agentes de segurança
socioeducativo. O objetivo é permitir que os agentes utilizem, em situações de
risco iminente, equipamentos como colete balístico, capacete antitumulto,
escudo antitumulto, bastão, granada de efeito moral, entre outros.
“É um projeto importante, construído com os agentes
socioeducativos. Teve diligência com parecer favorável da Procuradoria-Geral do
Estado, mas, quando viram que o projeto era do deputado Jessé, o governador
vetou”, afirmou o autor.
O Plenário manteve dois vetos, ambos sobre PLs de autoria do deputado Kennedy Nunes (PSD): PL 520/2019, que reservava nas bibliotecas públicas em Santa Catarina espaços específicos para livros de autores catarinenses; e o PL 391/2019, que obrigava as concessionárias de energia elétrica a fornecer, junto com a conta de luz, fotografia do relógio de energia no momento da aferição do consumo.
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