O plenário da Assembleia Legislativa de SC (Alesc) aprovou
na tarde desta quarta-feira (16) um Projeto de Lei (PL) que coloca as lactantes
como grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19 em Santa Catarina. O
texto foi aprovado por unanimidade e seguirá para sanção, ou veto, do
governador do Estado.
Na justificativa, o autor, deputado João Amin
(Progressistas), argumentou que a medida poderia levar anticorpos para as
crianças, e que elas são grupo vulnerável já que não estão no mapa da
vacinação, nem usam máscaras.
As lactantes não são um grupo prioritário segundo o Plano
Estadual de Vacinação. A imunização havia iniciado apenas para gestantes e
puérperas (que são as lactantes até 45 dias após o parto), mas foi suspensa
pelo Ministério da Saúde após o óbito de uma grávida no Rio de Janeiro. O caso
está sob investigação.
Em Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Saúde (SES)
ainda estuda o reinício da imunização de grávidas e puérperas sem comorbidades.
As que têm comorbidades estão sendo vacinadas com os imunizantes da Coronavac e
Pfizer (a grávida que faleceu havia recebido dose da AstraZeneca).
A medida é vista de maneira negativa por gestores da saúde. A preferência dos secretários municipais é seguir a vacinação por faixa etária já que facilita a conferência de documentos e acelera o processo de imunização. Inclusive, os gestores discutem um documento a fim de pedir ao Ministério da Saúde para que não elenque novos grupos prioritários.
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