Integrantes do PL, PTB e MDB parabenizaram o governador
eleito Jorginho Mello pelo sucesso na eleição do último domingo durante a
sessão de terça-feira (1º) da Assembleia Legislativa.
“Quero parabenizar o governador Jorginho Mello, nos
empenhamos muito para a expressiva votação que recebeu em Santa Catarina, deixo
meus votos de que seja o melhor governo da nossa história”, afirmou Sargento
Lima (PL).
“Também quero parabenizar o nosso querido ex-deputado, hoje
senador e governador eleito Jorginho Mello. Como disse o deputado Lima, todos
estamos torcendo para que possa fazer um belo governo, tenho absoluta certeza
de que vai ser melhor que o bombeiro Carlos Moisés”, ironizou Kennedy Nunes
(PTB).
“O senador Jorginho foi nosso colega por quatro mandatos e
tive o prazer de ter sido o primeiro secretário da Mesa quando ele foi
presidente. Essa Casa toda deseja ao governador eleito que tenha muito
sucesso”, registrou Moacir Sopelsa (MDB), presidente da Alesc.
“Estamos parcialmente felizes porque o nosso desejo era eleger
o presidente Bolsonaro, mas o importante é que o PL vai se constituir em
oposição no campo nacional e vai governar Santa Catarina, vai entregar muito
mais para os catarinenses que o os governos anteriores entregaram”, garantiu
Ivan Naatz (PL),
O líder do PL foi além e elogiou o governador Carlos Moisés,
classificando-o de republicano.
“Foi republicano, respeitou o trabalho da oposição, na
posição de líder, mesmo tendo sido um ferrenho opositor, nunca fui perseguido
ou ofendido, nossas diferenças foram somente no campo político”, revelou Naatz,
acrescentando que o “momento é de paz, de respirar e compreender"
Caminhoneiros
Sargento Lima criticou um deputado do Paraná por comentário acerca dos
caminhoneiros e agricultores catarinenses.
“Um comentário infeliz de um deputado do estado do Paraná,
grande parte dos meus votos são de caminhoneiros e agricultores e quero falar
que ele sabe muito bem quem é vagabundo. Fica aí o recado para você, aqui em
Santa Catarina não tem vagabundo nenhum”, disparou Lima
“É uma manifestação popular, é uma manifestação política, são pessoas que foram às ruas e a manifestação está clara: são contrários à eleição do Luiz Inácio Lula da Silva. É uma manifestação popular, não existe partido”, insistiu Kennedy, que criticou decisões do Tribunal Superior Eleitoral que “derrubaram” contas em redes sociais e que censuraram, como o apoio do Supremo Tribunal Federal (STF), órgão de imprensa, impedindo-o de reproduzir “cinco palavras”.
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ROMAN RAITER - JUSTIÇA AO OASE