Moraes mantém prisão de 354 investigados por atos em Brasília
Ministro do STF colocou 220 investigados em liberdade
Ministro do STF colocou 220 investigados em liberdade
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal
(STF), decidiu nesta quarta-feira (18) manter a prisão preventiva de 354
acusados de participar dos atos de 8 de janeiro. O ministro também decidiu
colocar 220 investigados em liberdade, mediante medidas cautelares.
Ao transformar a prisão temporária dos acusados em preventiva,
por tempo indeterminado, o ministro entendeu que as prisões são necessárias
para garantir a ordem pública e a efetividade das investigações.
Moraes considerou que os acusados tentaram impedir o
funcionamento dos poderes constitucionais constituídos por meio de violência e
grave ameaça.
Os investigados que serão soltos deverão colocar
tornozeleira eletrônica, estão proibidos de sair de suas cidades e de usar
redes sociais. Além disso, eles terão os passaportes cancelados e os documentos de posse de arma suspensos.
Após as prisões realizadas em 8 de janeiro, Alexandre de
Moraes delegou as audiências de custódia para juízes federais e do Tribunal de
Justiça do DF. As informações sobre os presos são centralizadas no Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) e remetidas ao ministro, a quem cabe decidir sobre a
manutenção das prisões.
Cerca de 1,4 mil pessoas foram presas após os atos. A
análise das prisões pelo ministro vai até sexta-feira (20).
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