Mutirão para negociação de dívidas com bancos e varejo começa hoje
Programa é coordenado pela Senacon
Programa é coordenado pela Senacon
A partir desta
segunda-feira (24), os brasileiros com contas atrasadas, de qualquer natureza
ou valor e independentemente de sua renda, poderão recorrer aos órgãos de
defesa do consumidor de estados e municípios a fim de negociar suas dívidas.
Coordenado pela
Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e
Segurança Pública, e batizado de Renegocia!, o mutirão nacional se estenderá
até o dia 11 de agosto. A iniciativa visa auxiliar os cidadãos em dificuldades
financeiras antes que suas dívidas superem suas capacidades de pagamento.
“Estamos começando
hoje [segunda-feira] o mutirão de renegociação de dívidas”, anunciou o ministro
da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, ao participar da coletiva de
imprensa sobre a operação que a Polícia Federal (PF) deflagrou esta manhã,
no Rio de Janeiro, para deter o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, suspeito de
envolvimento na morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), em 14 de
março de 2018.
“Importante frisar
que temos a participação de aproximadamente 250 Procons estaduais e municipais
[no Renegocia!]. Este mutirão é importante e se estenderá pelas próximas
semanas”, acrescentou o ministro.
O mutirão nacional
para renegociação de dívidas acontece pouco mais de um mês após o governo
federal lançar o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de
Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil.
Em junho, o Palácio
do Planalto editou o Decreto 11.567/2023, elevando de R$ 303 para R$ 600 a
quantia mínima da renda de qualquer cidadão brasileiro que deve ser preservada
em caso de negociações de dívidas atrasadas.
De acordo com a
Senacon, o Renegocia! e o Desenrola Brasil são ações complementares. A
diferença entre as duas ações é que no Renegocia! não há um valor limite para a
dívida e nem restrição de renda dos consumidores que queiram negociar não só
dívidas bancárias, mas também com lojas e serviços como água e luz. Ficam de
fora do programa apenas as dívidas com pensão alimentícia, crédito rural e
imobiliário, que não podem ser repactuadas.
Já no Desenrola
Brasil, foram definidas duas faixas de adesão ao programa. A faixa 1 é para
quem tem renda mensal de até dois salários mínimos, o que atualmente soma R$
2.640, e ainda para devedores inscritos no Cadastro Único para Programas
Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para esse grupo, a dívida não pode
ultrapassar R$ 5 mil. A faixa 2 atende aos devedores com renda mensal de até R$
20 mil, e que podem quitar as dívidas de forma parcelada, a partir de 12
prestações.
Além de promover a
mediação entre credores e devedores, a Senacon também promove educação
financeira e conscientização sobre o consumo de crédito responsável. O objetivo
é incentivar os consumidores a refletirem sobre suas finanças pessoais e
adotarem práticas que evitem o superendividamento, tais como o planejamento
financeiro e o consumo consciente.
A Senacon já dispõe de um canal dedicado a fornecer informações e orientações sobre o superendividamento no Brasil, incluindo seus principais conceitos e dicas práticas para evitar e superar essa condição.
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